NOVO ARIPUANÃ

O Amazônia das Palavras, chega a Novo Aripuanã no dia 14 de novembro, quando estudantes da rede pública de ensino terão oportunidade de participar das Oficinas Literárias de: “Contação de Histórias Indígenas” com José Bessa; “Produção de Contos” com José Roberto Torero; “Sons do Cotidiano” com Bira Lourenço; “Poesia: Narrativa e Escuta” com Elizeu Braga e “Palavra Animada” com Leo Ribeiro. A noite acontece a “Aula Espetáculo Memórias da Amazônia: Cinco ideias equivocadas sobres os índios” com o Professor José Bessa. E ainda tem Espetáculo de Circo, com “Cloro: o palhaço que engole letras” interpretado por Diego Gamarra. Entrada Gratuita.
O Amazônia das Palavras tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura, Lei Rouanet.
Apoio Cultural: Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas, Prefeitura de Itacoatiara, Prefeitura de Nova Olinda do Norte, Prefeitura de Borba, Prefeitura de Novo Aripuanã, Prefeitura de Manicoré e Prefeitura de Humaitá
Conheça Novo Aripuanã:
Novo Aripuanã é um município brasileiro no interior do estado do Amazonas. Pertencente à Mesorregião do Sul Amazonense e Microrregião do Madeira, sua população, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2018 é de 25 237 habitantes. Sua área territorial é de 41.191 km², o que faz deste um dos maiores municípios do Brasil em área territorial.
História
O município de Novo Aripuanã é constituído de território desmembrado de Borba e Manicoré, por isso está sua história ligada estreitamente à desses municípios. O rio Madeira é a principal via de acesso de toda a zona a que dá o nome.
Datam de 1637 os registros das primeiras penetrações no rio Madeira, em sequência à expedição de Pedro Teixeira, ligando Belém do Pará a Quito, no Equador. Primitivamente habitavam a região a etnia dos Torás, Barés, Muras, Urupás e Araras, entre outros.
Em 19 de dezembro de 1955, foi criado o município de Novo Aripuanã, desmembrado dos municípios de Borba e Manicoré, e constituído pelo território dos distritos de Foz do Aripuanã e Sumaúma, do primeiro, e dos subdistritos de Alvorada, Manicorezinho e Itapinima, do segundo, tendo como sede a Vila de Foz do Aripuanã, elevada à categoria de cidade.
Em 10 de fevereiro de 1956 ocorreu a instalação do município. Em 10 de dezembro de 1981, pela Emenda Constitucional nº 12, Novo Aripuanã perdeu parte de seu território em favor do novo município de Apuí.
Educação
A rede municipal de ensino conta com 90 escolas, sendo 04 na zona urbana, que vão da pré-escola aos anos finais do ensino fundamental e duas unidades com o Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Na rede estadual Novo Aripuanã possui 05 colégios, sendo dois com ensino médio.
O povo novo aripuanense é rico em cultura. Seus costumes, crenças e mitos que os fazem viajar no imaginário popular e atraem milhares de pessoas para prestigiarem sua diversidade cultural mantendo acesa a crença popular nas festas religiosas, além de figuras como curador e pegador de terreiros os quais permanecem até hoje vivas na memória do povo. O festival acontece com a disputa entre a Lenda do Apurinã, Lenda do Jurupari e Lenda do Tucumã.
O festival tornou-se de suma importância para valorização da cultura novo aripuanense, chegando ao ápice, entre todos os festivais do vale do Rio Madeira, e o mesmo despertou interesse no poder público municipal em transformar o centro cultural “Bráulio Pinto do Nascimento” em um espaço maior, hoje denominado Lendódromo.


