MANICORÉ
O Amazônia das Palavras e os estudantes e professores da Escola Estadual Hermenegildo de Campos estarão juntos em Manicoré no dia 16 de novembro, onde acontecem as Oficinas de: “Contação de Histórias Indígenas” com José Bessa; “Produção de Contos” com José Roberto Torero; “Sons do Cotidiano” com Bira Lourenço; “Poesia: Narrativa e Escuta” com Elizeu Braga e “Palavra Animada” com Leo Ribeiro. A noite acontece a “Aula Espetáculo Memórias da Amazônia: Cinco ideias equivocadas sobres os índios” com o Professor José Bessa. E ainda tem Espetáculo de Circo, com “Cloro: o palhaço que engole letras” interpretado por Diego Gamarra. Entrada Gratuita.
O Amazônia das Palavras tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura, Lei Rouanet.
Apoio Cultural: Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas, Prefeitura de Itacoatiara, Prefeitura de Nova Olinda do Norte, Prefeitura de Borba, Prefeitura de Novo Aripuanã, Prefeitura de Manicoré e Prefeitura de Humaitá
Conheça Manicoré:
Manicoré é um município brasileiro do interior do estado do Amazonas, Região Norte do país. Pertencente à mesorregião do Sul Amazonense e microrregião do Madeira, sua população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de 54 907 habitantes em 2018. Localizado nas margens do Rio Madeira, a cidade possui uma posição estratégica entre Manaus e Porto Velho. O nome do rio e da cidade é proveniente da palavra Ancoré, nome de uma etnia que habitava a região.
História
As origens de Manicoré remontam a 1637, com a expedição de Pedro Teixeira, um explorador e militar português. As autoridades do Grão-Pará enviaram ao rio Madeira uma escolta, em 1716, comandada por João de Barros e Guerra, experiente capitão, com a finalidade de punir os nativos. Em 1797, funda-se povoação do Crato, sob ordens do Governador do Grão-Pará, tendo em vista facilitar as transações comerciais entre Pará, Mato Grosso e Goiás. A povoação é transferida para um sítio entre os rios Baetas e Arraias, em 1802.
Em 4 de julho de 1858, cria-se a freguesia de São João Batista do Crato. Dez anos depois, em 6 de julho de 1868, a sede de freguesia é transferida para o povoado de Manicoré, passando a denominar-se Nossa Senhora das Dores de Manicoré. Somente em 4 de julho de 1877 Manicoré é elevado à categoria de Vila e é criado o Termo Judiciário.
No ano seguinte, em 1878, é sancionada a Lei nº 386, que faz de Manicoré a sede da Comarca do Rio Madeira. Em 12 de dezembro de 1881, dá-se a instalação da comarca. A partir de então, Manicoré passou a receber intensa migração de nordestinos, fugidos principalmente da Grande Seca de 1877-1878 e atraídos também pelo Ciclo da Borracha, que teve lugar no Amazonas e em regiões do estado do Acre. Por sua localização geográfica privilegiada, Manicoré era passagem dos migrantes que se destinavam ao Acre. Recebeu foros de cidade em 15 de maio de 1896
EM 19 de dezembro de 1955, desmembrou parte do território de Manicoré para formar o município de Novo Aripuanã. Em 10 de dezembro de 1981, outra parte de seu território é desmembrado, para criar o então município de Auxiliadora que, entretanto, nunca foi instalado, e seu antigo território foi englobado novamente pelo município de Manicoré.
Educação
A rede municipal de ensino de Manicoré é formada por 223 escolas, sendo 14 unidades na zona urbana, da pré-escola aos anos finais e EJA. Na rede estadual da zona urbana se encontram 05 colégios, que trabalham desde os anos finais do fundamental ao ensino médio.
Cultura
Como atividades culturais, destaque para a Festa da Melancia, os forrós de rua, que transformam as vias de cidade em verdadeiros celeiros dançantes e o Festival das quadrilhas, onde cada bairro envia seu grupo, dando assim um colorido especial ao evento. A tradicional Festa do açaí é realizada na comunidade do estirão, no Rio Manicoré.


