CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS INDÍGENAS
Visa sensibilizar os estudantes para a prática de contar histórias, em especial, as do cotidiano Amazônico e reforçar a importância da oralidade para a manutenção da Cultura local.
Ementa:
A contação e o contador de história. 1.1 A importância de se contar e ouvir histórias em todas as idades, em todas as culturas. 1.2 Diferenças entre contar e narrar histórias. 1.3 Os povos originários como os primeiros contadores da história: a memória como compreensão da vida; 1.4. O Resgate dos mitos e histórias indígenas; 2. Quem pode contar histórias? 2.1 Expressões regionais e pluralidade cultural 2.2. A história contada pelos primeiros habitantes da Amazônia: os contos que perpassam pelas gerações: a memória de velhos e jovens. 2.3 Histórias amazônicas e seus estilos: lendas, fábulas, mitos; 3. Como contar histórias? 3.1 A arte da improvisação; 3.2 Cenário e Ambientação. Exploração de recursos visuais e naturais para se criar a ambientação: objetos de cena e figurinos 3.3 Dramaticidade e entonação: desenvolvimento do estilo próprio de contar histórias. Possibilidade de poetizar, brincar, aprender, ensinar, refletir e encantar. Diversidade para contar a mesma história. 3.4. Exercícios de contação de histórias.
Aula Espetáculo Memórias da Amazônia:
Cinco ideias equivocadas sobres os índios
Ementa:
O índio genérico de um bloco único, com a mesma cultura, compartilhando as mesmas crenças, a mesma língua. Cultura atrasada e primitiva. Cultura congelada, no meio da floresta, de arco e flecha. Cultura do passado como obstáculo à modernidade e ao progresso. O brasileiro não é índio.
A Aula Espetáculo do Professor José Bessa são ministradas nas cidades de Nova Olinda do Norte (09/11), Borba (12/11), Novo Aripuanã (14/11), Manicoré (16/11), Humaitá (19/11) e Porto Velho (21/11).
Conheça o Professor José Ribamar Bessa, responsável pela Oficina de Contação de Histórias Indígenas:
Professor da Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNI-Rio), onde orienta pesquisas de doutorado e mestrado e da Faculdade de Educação da UERJ, onde coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas. Obteve os diplomas de professor normalista pelo Instituto de Educação do Amazonas (1965), de graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1969), de Especialização em Sociologie du Développement pelo IRFED, França (1971-72) e de Doutor em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2003). Cursou o doutorado em História na École Des Hautes Études em Sciences Sociales, EHESS, França (1980-83). Ministra cursos de formação de professores indígenas em diferentes regiões do Brasil, assessorando a produção de material didático. O Professor José Bessa é responsável, ainda, por algumas das Aulas Espetáculo nas cidades de Nova Olinda do Norte, Borba, Novo Aripuanã, Manicoré e Humaitá.


